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Coerência entre as representações iniciais de falantes de línguas próximas e a atitude em sala de aula de Português Língua Adicional
Ana Paula Andrade Duarte

Última alteração: 2019-07-28

Resumo


Estudar uma língua adicional pode ser interesse profissional ou pessoal. A intercompreensão das línguas, sobretudo de mesma raiz, revela-se como motivação (Alarcão et al., 2009). Entrevistas realizadas com estrangeiros falantes de línguas próximas recém-chegados ao Brasil revelam “paixão pela língua e pela cultura do Brasil” e expectativa de “estabelecer boas relações pessoais com os professores e os companheiros de curso” (aspecto socioafetivo). Faz-se necessário investigar como essas representações se manifestam em sala de aula (Lasagabaster, 2006). Para tal, entrevistamos os professores das disciplinas de Portugués e os próprios alunos e observamos situações específicas de aulas para descobrir se as expectativas iniciais correspondem à realidade. Pretendemos sondar quem são esses alunos, contemplando questões como gênero, nacionalidade, área de estudo, idade, facilidade/dificuldade apresentadas em relação ao aprendizado da língua, além de ansiedade e temores que os acompanham.

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