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Distance, proximité et langue(s) de référence mobilisée(s) nas estratégias de desenvolvimento da intercompreensão
Philippe Blanchet

Última alteração: 2019-08-23

Resumo


O ponto de partida para estudos e estratégias de desenvolvimento da intercompreensão, bem como as principais orientações que se seguiram, é um conjunto linguístico particular: o das línguas românicas. É particular, porque é composto de línguas cujos distanciamentos históricos, assim como os paralelismos, são muito conhecidos graças a numerosos documentos escritos e orais e muitos estudos linguísticos, históricos, geolingüísticos, sociolinguísticos etc. Isso reforçou a ideia do impacto de uma proximidade tipológica para a intercompreensão, que já vinha sendo praticada espontaneamente há muito tempo pelos falantes dessas línguas. É apenas em um segundo momento que a comunidade começou a se questionar sobre um efeito de lupa um pouco exagerado e que se consideraram relativizações. Esta contribuição propõe continuar esta reflexão baseada em exemplos concretos de estratégias espontâneas de intercompreensão estabelecidas por falantes de línguas românicas e não-românicas: eles e elas passam por várias proximidades percebidas por eles dentro de seus repertórios linguísticos, mas que são imprevisíveis e não podem ser facilmente prognosticados por estudos externos a essas funções individuais. Perspectivas didáticas e pontes com outras abordagens plurilíngues poderiam se inspirar neste trabalho.


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